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A reflexão de Verónica Echegui em sua última entrevista: “Mais do que medo da morte, tenho medo de doenças e sofrimento”

A atriz Verónica Echegui (Madri, 1983), que morreu na segunda -feira aos 42 anos, saiu em sua última entrevista publicada em quadros uma reflexão sobre a morte que agora tragicamente adquire muita relevância. Echegui Ele falou este mês de junho sobre comédia romântica até a morteSeu último trabalho para o Atresmedia, e a maneira como a ficção abriu um espaço para dialogar sobre o inevitável.

Nessa conversa, o intérprete destacou a aposta da série ao lidar com o humor um tema tão delicado: “Eu estava interessado em ver como Dani ia fazer, porque não é fácil. E isso gerou perguntas no espectador ou em mim quando li, sobre o que é a vida. Não enfrentamos a realidade de que todos vamos morrer. Tentamos viver, evitando que é inevitável e que vamos atravessar”.

A atriz se perguntou como nosso relacionamento com a idéia de morrer mudaria se, desde a infância, falemos sobre isso naturalmente e confiança: “Não me lembro de nenhum curso de Parvulitos em que nos contou sobre a morte”

Durante o tiroteio da morte, ele explicou que as conversas sobre a morte eram frequentes entre a equipe. E ele deixou uma avaliação que agora custa a leitura: “Acho que essa sociedade trabalhou duro, pois temos medo da morte. Eu, em vez de medo da morte, tenho medo de doenças e sofrimento”.


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A morte de Verónica Echegui chocou o cinema e a televisão espanhóis. A capela em chamas foi instalada na Funerária La Paz, em Alcobendas, onde colegas e admiradores prestam homenagem.

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