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A iniciativa do cinturão e estrada reformula a estrutura comercial nos continentes e o Egito é um jogador importante

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Agências: A iniciativa Belt and Road é uma iniciativa global em grande escala lançada pela China em 2013, com o objetivo de vincular a Ásia à África e Europa por meio de redes terrestres e marinhas e busca melhorar a integração econômica e comercial entre os países participantes. Essa iniciativa afetou bastante as redes globais de comércio e infraestrutura e aqui estão alguns dos principais pontos:

Objetivos da iniciativa:

  • Melhorando a comunicação econômica e a integração entre os países participantes.
  • Desenvolvimento de infraestrutura, incluindo estradas, ferrovias, portos e aeroportos.
  • Maior volume de comércio e investimento entre os países participantes.
  • Melhorando o intercâmbio cultural e popular.

No meio das principais transformações que ocorrem no comércio global, o Egito se destaca como um dos principais participantes da ambiciosa iniciativa chinesa “Belt and Road”, que reformulou redes comerciais e de infraestrutura nos continentes.

Mas como o Egito realmente se beneficiou dessa parceria? Essa cooperação constitui uma oportunidade estratégica ou um desafio de longo prazo?

Desde o lançamento da iniciativa “Belt and Road Initiative” em 2013, ela teve um impacto profundo no comércio global e no desenvolvimento de infraestrutura e cooperação internacional. Graças à sua localização estratégica e ao canal vital de Suez, o Egito se transformou em um grande parceiro na iniciativa, especialmente nos setores de transporte marítimo e logístico, o que abriu oportunidades para melhorar sua infraestrutura e atrair investimentos chineses de acordo com a visão 2030 do Egito para o desenvolvimento sustentável, de acordo com um relatório de um “moderno diplomático”.

A importância estratégica do canal de Suez

O Canal Suez, que conecta o Mar Mediterrâneo ao Mar Vermelho, é um ponto focal importante na iniciativa chinesa, através da qual uma grande porcentagem de comércio global passa. Com o aumento da influência chinesa no cenário econômico global, Pequim percebeu que garantir a estabilidade e a influência de sua iniciativa passa pelo aumento da cooperação com o Egito, que se refletiu em enormes investimentos para desenvolver a “zona econômica de Suezone” e expandir o canal, de acordo com o relatório.

Essa cooperação não foi apenas um investimento em infraestrutura, mas um passo estratégico destinado a converter o Egito em um centro logístico e industrial que serve comércio entre leste e oeste. Graças a isso, o Canal Suez não é mais apenas um corredor de navegação, mas um elemento decisivo na crescente rede de comércio mundial.

Durante a década passada, o Egito fortaleceu sua integração na “iniciativa de correia e estrada” por meio de grandes projetos que incluíam o desenvolvimento do canal, a construção de novos portos, a expansão de áreas econômicas especiais e ligando -as a ferrovias e rodovias. O mais proeminente desses projetos foi o desenvolvimento do “New Suez Canal”, que visa absorver os maiores navios e aumentar a capacidade operacional do canal, como parte de um plano de investimento de US $ 100 bilhões.

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