Em março de 2025, a NASA anunciou uma descoberta emocionante na superfície de Marte, onde a sonda “Curiuste” encontrou as maiores moléculas orgânicas descobertas até agora no planeta vermelho.
Acredita -se que essas moléculas, conhecidas como “barras seqüenciais longas”, possam ser causadas por processos geológicos ou talvez os restos de materiais orgânicos relacionados à vida, que devem percorrer a superfície do planeta vermelho milhões de anos atrás.
Curiuste encontrou a amostra em uma rocha de 3,7 bilhões de anos na área de “Yolkinv Bay”, o fundo de um lago antigo no bico “Gail” em Marte, e os componentes da rocha foram estudados no Laboratório Curiuste para a análise das amostras.
Um possível efeito da vida
De acordo com o estudoOs pesquisadores publicaram na revista “BNAs”, que a rocha continha os veículos da decoração, Endocan e Sudocan, todos os quais são átomos de carbono associados a átomos de hidrogênio.
Na Terra, essas moléculas são os blocos básicos de construção de ácidos graxos, que são ingredientes vitais nas membranas celulares dos organismos vivos na Terra.
Os pesquisadores diferem entre duas interpretações potenciais desses compostos, ou surgiram de processos geológicos não biológicos, como reações químicas entre água e minerais em ambientes marciais, como aberturas térmicas da água, ou que elas são restos de materiais biológicos e, embora não haja evidências conclusivas, a presença dessas molduras de molares.

Missões futuras
Os cientistas curiustos descobriram anteriormente pequenas e simples partículas orgânicas em Marte, mas encontrar esses compostos maiores fornece a primeira evidência de que a química orgânica pode ter evoluído para o nível de complexidade necessário para o surgimento da vida, em Marte.
O novo estudo também aumenta as chances de preservar grandes moléculas orgânicas, que só podem ser produzidas como vida, conhecida como “impressões digitais biológicas”, em Marte, que dissipam os temores de danos a esses compostos após dezenas de milhões de anos de exposição a radiação e oxidação intensas.
Essa descoberta confirma a necessidade de enviar missões futuras para coletar amostras de Marte e devolvê -las ao solo para analisá -las com ferramentas avançadas.
Requer determinar se essas moléculas de origem biológica ou geológica são análises mais avançadas, o que pode não ser possível usando as ferramentas atuais em Marte.